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Blog da Clínica Vitalità

Clínica de Reabilitação Integrada

Você sabe como o jogo pode contribuir na aprendizagem?

Esp_Psicopedagogia

O jogo é recurso facilitador para impor a regra e o limite em crianças e jovens que tanto tem deixado os pais em situações de verdadeiro desatino nos aspectos disciplinares. Outra abordagem que podemos fazer incluindo o jogo como meio construtivo e pedagógico é na aprendizagem de crianças e jovens adolescentes. Atualmente está muito corriqueiro ouvir pais e professores, utilizarem a frase “Ah meu filho está com dificuldade na escola” ou “Meu aluno não aprende.” Esta é uma realidade nada obscura. Entretanto, diante dos diversos desafios que o ensinar e o aprender promove entre os “ensinantes” e os “aprendentes”, podemos recorrer ao jogo como estratégia e condição facilitadora. Atualmente há no mercado uma diversidade de jogos para serem utilizados por pais e professores, poderíamos elencar inúmeros deles, mas esse não é o nosso propósito. Temos o objetivo de afirmar que o jogo é um grande aliado e que muito contribui para o sucesso da aprendizagem.  Para o aprendente é uma brincadeira, é estimulante, é prazeroso, é divertido, animado, gostoso, distrativo, reflexivo… Para os pais, o jogo deve atuar como um complemento escolar, orientação, descontração, momento recreativo, momento de interação familiar. Para o professor o jogo deve contribuir como recurso pedagogicamente nas diversas áreas do currículo da educação infantil,  educação fundamental séries inicias e finais e principalmente na alfabetização que é o momento de conflito de descoberta e construção do conhecimento. O professor seleciona, antecipa, prepara, planeja. Em forma de duplas ou grupos, atribui o jogo como meio para chegar ao seu objetivo.

Exemplo para trabalhar em matemática: jogo 21 – recurso: cartas de baralho – objetivo: calcular mental ou concreto a soma de números menores que dez. Regras: Número de participantes mínimo dois. Cada aluno recebe duas cartas. As cartas com figura valem dez, a carta AS vale um, as outras cartas valem seu número real. Cada jogador soma as cartas que tem na mão se precisar compra no monte, na sua vez. Ganha quem fizer primeiro 21 pontos ou próximo. Não pode ultrapassar a soma de 21 (assim estoura). Além do objetivo específico para a área, outros objetivos podem ser atingidos: integração social, saber ganhar, saber perder, respeitar a sua e a vez do outro, entre outros. E assim, o que parece ser apenas brincadeira pode ser uma solução.

Eliana Fonseca Lemes – Psicopedagoga Clínica da Equipe Vitalità

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